Alunos da unidade vocacional de São Mateus participam de aula de campo

15 de maio de 2019

Os estudantes do curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) em meio ambiente, da unidade vocacional do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema) realizaram na última terça-feira (14) uma aula diferente, longe das quatro paredes da escola, os alunos visitaram vários povoados.

Na oportunidade, os alunos aplicaram questionários com os moradores dos povoados: Andirobal, Piquizeiro e Mangueira sobre resíduos sólidos, afim de investigar informações referentes ao cuidado com o lixo doméstico, identificação dos brejos, igarapés e rio próximo as moradias. A ação teve como objetivo analisar a relação entre o homem e o meio ambiente. Foram visitados brejos como: Mangueira e Satubinha; e os igarapés: Piquizeiro e Mangueira; e o Rio: Tapuio.

De acordo com o coordenador na unidade vocacional de São Mateus, Francisco Barata, o curso de meio ambiente é de grande importância e vai gerar impactos positivos para o município de São Mateus. “Fizemos uma aula de campo visitando rios e igarapés que cortam o município de São Mateus, além de brejos e nascentes dos nossos povoados. É fundamental essas visitas e levar o nosso aluno ao campo, para que possamos ultrapassar os muros da escola, e vivenciar com esses alunos, na medida do possível, uma educação que seja voltada para prática. Melhorando a qualidade do ensino, e fazer com que eles aprendam na prática os cuidados e o que fazer para evitar a degradação do meio ambiente, de forma coletiva pelo homem”, contou o coordenador.

Segundo a professora de geografia, Amalia Barros, o acompanhamento serviu para ampliar os conhecimentos. “Esta ação foi realizada pelos educandos, e foi evidenciada a importância da preservação e conservação não só dos brejos, igarapés e rio próximos a estes moradores, mas toda a população de São Mateus. Os cuidados com a mata ciliar, e manejo dos resíduos sólidos de forma adequada são fundamentais para a manutenção destes mananciais, indispensáveis à nossa qualidade de vida”, explicou a professora.