Curso de produção de sandálias do Iema gera renda para ex-aluna durante a pandemia

26 de agosto de 2020

Rafaela Silva, ex-aluna do curso de Design em Sandálias, da unidade vocacional de Ribeirãozinho, do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), ganhou uma renda extra, durante a pandemia do novo coronavírus, ao iniciar a produção diversas sandálias ao estilo rasteirinha.

Com a dedicação e investimentos no projeto, a estudante está desenvolvendo suas próprias peças e disponibilizando para pessoas interessadas em revender. “Tive a oportunidade de fazer o curso o que me tornou uma profissional, nesse seguimento e, hoje, consegui dar início ao meu próprio negócio na minha casa, o qual muito tem ajudado na renda familiar, já fabriquei aproximadamente 400 pares de calçados”, contou a empreendedora.

Rafaela Silva ressaltou que o curso trouxe uma nova perspectiva para sua vida profissional. “Para mim, a capacitação foi uma grande oportunidade de aprendizado. Quando entrei no curso não sabia nada sobre a confecção de sandálias e aprendi tudo que sei no curso. Agora, estou conseguindo realizar meus objetivos e isso tem sido muito importante no sustento da minha família”, afirmou a ex-aluna, reiterando que antes da qualificação já tinha tentando empreender em outras áreas, sem sucesso.

“O conhecimento é muito importante, pois já tinha investido em outros setores, mas não consegui me inserir no mercado. Com as sandálias estou conseguindo. Vendo em casa, e também, já tenho minhas vendedoras que recebem comissão pelas vendas”, acrescentou a empreendedora.


Fabricada por ex-aluna do IEMA (Foto: Divulgação)

Para a gestora da unidade vocacional de Ribeirãozinho, Luciana Ribeiro, a educação profissional oferecida, por meio das unidades vocacionais do IEMA, tem sido motivo de muita alegria e satisfação. “O meu sentimento é de gratidão, pois considero a qualificação profissional o melhor caminho para jovens e adultos que buscam o seu espaço no mercado de trabalho. Vibramos a cada conquista dos nossos alunos que já garantiram trabalho formal na indústria local ou desenvolveram de forma autônoma o empreendedorismo, a partir do aprendizado adquirido nos cursos da nossa unidade de ensino”, explicou.