Escola de Cinema do Maranhão promove bate papo com atores

10 de maio de 2019

A Escola de Cinema, unidade vocacional do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema), promoveu na tarde da última quinta-feira (9), um bate papo dos estudantes da turma de atuação para cinema com os atores Vandré Silveira e Lucélia Pontes. A ação possibilitou a troca de experiências, além de um dialogo sobre o mercado de trabalho audiovisual no Brasil. A mediação foi feita pelo professor do curso e também ator maranhense Al Danúzio.

Segundo o gestor da Escola de Cinema do Maranhão, Josué da Luz, a ação é uma troca de experiências bem positiva. “É uma prática que queremos desenvolver todas as vezes que tivermos a oportunidade, sempre tentaremos promover esses espaços de diálogo. Foi um bate papo informal, uma troca de experiências. É fundamental, pois representa um intercâmbio de informações, são olhares diferentes. Trouxemos dois artistas que têm um contato com o cinema e com a televisão também. São artistas que já têm uma carreira sólida, e para os nossos alunos que estão iniciando é bom saber os caminhos, os contatos e saber da trajetória”, contou Josué acrescentando que o diálogo serviu para que os alunos tomassem conhecimento das dificuldades que os artistas atravessam na formação em outros estados. “A Lucélia é de Natal e foi estudar em São Paulo e Rio de Janeiro. Os estudantes maranhenses puderam perceber que eles têm a oportunidade de estudar cinema em sua cidade de origem, que não precisam se deslocar”, acrescentou Josué.

Para o ator Vandré Silveira a experiência é enriquecedora. “Uma das mais belas experiências da vida é a troca. Tive o prazer de falar juntamente com minha parceria de cena Lucélia Pontes sobre o ofício do ator e sobre ‘Amor dos Outros a Série’ que estou gravando”, frisou.

A atriz Lucélia Pontes relatou sua visão sobre o Maranhão e suas impressões sobre o Iema. “Eu e meu admirável parceiro de cena Vandré Silveira falamos das nossas experiências e sobre a série que estamos rodando há pouco mais de um mês aqui no Maranhão. Estou completamente apaixonada por este lugar, pela cultura, e sua gente. Este bate papo me trouxe a Lucélia de quase dez anos atrás descobrindo um outro universo com o qual começava a me identificar. Agradeço ao Iema, o trabalho desenvolvido aqui é essencial para a resistência cultural”, relatou.