Governo do Estado vai qualificar dois mil jovens e adultos da região de Estreito para atuar na empresa Origine Group

13 de fevereiro de 2017

ImagenOrigineO Governo do Estado vai qualificar, por meio do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema), jovens e adultos do município de Estreito e região para ocupar vagas de emprego que estão sendo geradas pela empresa Oginine Group. A empresa, que atua no âmbito da produção de carne, algodão e café, está se instalando no município onde vai atuar na produção de carne do tipo Premium. A meta é qualificar cerca de duas mil pessoas no curso técnico em processamento de alimentos. Elas terão mercado de trabalho garantido ao final da qualificação.

“Esta é a primeira grande parceria do Iema com a iniciativa privada. Nossa perspectiva é de que os estudantes que concluírem os cursos, os melhores, serão empregados na indústria. É uma parceria que tem empregabilidade direta para aqueles que fizerem os cursos, o que é motivo de alegria para nós. Isso contribui para o processo de fortalecimento institucional do Iema, pois é focado em um arranjo produtivo concreto, em um investimento concreto que vai gerar emprego e renda e melhorar os indicadores da região”, disse o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Jhonatan Almada, durante visita à empresa na última terça-feira (8).

Na ocasião, o secretário se encontrou com o chairman Oginine Group, Júlio Resende para tratar sobre a qualificação. A visita às instalações da empresa foi ainda para constatar o avanço do empreendimento na aquisição de duas grandes áreas. Uma delas será usada para o confinamento do gado e a outra para a indústria frigorífica que, segundo Júlio Resende, será a melhor indústria frigorífica do mundo com tecnologia para resfriamento de carne e cortes halal, que é para os países árabes, cortes para o mercado europeu e americano.

“A Origine constitui um grande empreendimento com futuro promissor para a região e que já está gerando emprego. Já tem mais de 100 empregos diretos para a implantação da fazenda de confinamento, fase em que eles estão agora”, observou o secretário Jhonatan Almada.

A Secti deverá firmar um acordo de cooperação técnica com a empresa tendo por intermediação o Iema. “A ideia é que oferecemos dois cursos. Um de técnico integrado na área de tecnologia de alimentos e o técnico concomitante na área de processamento de alimentos” contou Almada. Os cursos ligados à cadeia produtiva da carne serão ofertados a partir das estruturas já existentes do Iema de Carolina, Açailândia e Imperatriz. A expectativa é de que sejam iniciados no segundo semestre deste ano.

“Queremos privilegiar comunidades maranhenses que aprestam carências socioeconômicas, educacionais e tecnológicas”, disse Júlio Rezende. “Estou com muito otimismo e o apoio que temos recebido do governo para nos instalar no Maranhão tem sido fundamental para a execução do projeto”, concluiu Júlio Resende.