Jhonatan Almada apresenta programa de intercâmbio do IEMA em sessão informativa da Via Mundo

6 de fevereiro de 2019

VIA MUNDO (4)Contar a bem-sucedida experiência do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão – IEMA com o intercâmbio de seus estudantes foi o mot do depoimento do reitor do Instituto, Jhonatan Almada, ao participar da “Sessão Informativa – Oportunidades de estudo no exterior” promovida pela empresa de intercâmbio Via Mundo na noite desta terça (5) no auditório de um prédio empresarial de São Luís.

Almada lembrou que o IEMA tem apenas quatro anos de existência e que foi criado com inspiração nos institutos federais para atender jovens de 14 aos 17 anos de idade nas unidades plenas, e adultos, jovens e idosos por meio de cursos profissionalizantes nas unidades vocacionais.

Os números foram um dos instrumentos que o reitor utilizou para ilustrar seu depoimento marcado por história de desafios, conquistas e descobertas. Além de citar o tanto de unidades (13 plenas e 13 vocacionais) e de pessoas da equipe (517), enfatizou que o IEMA tem 3.275 estudantes matriculados em tempo integral. Também numerou os 26 mil maranhenses que fizeram algum curso de Formação Inicial e Continuada (FIC).

“O IEMA tem Missão, Visão, Valores e Sonho e Propósito. Nosso sonho é ser a melhor instituição de ensino público do Brasil, e o propósito é contribuir para que nossos estudantes realizem seus projetos de vida e sejam agentes de transformação no mundo”, disse o reitor.

De acordo com Jhonatan Almada, o IEMA alcançou determinados indicadores porque no Instituto, do 1º ao 3º ano, o aluno constrói o seu projeto de vida, que ajuda o estudante a ‘se encontrar’. No campo das inovações, Almada citou o ‘Inova Iema” (professores competem pela inovação na sala de aula), a residência pedagógica, tutoria para estudante… até chegar ao programa de intercâmbio.

Algumas conquistas expressivas foram citadas, dentre elas a presença de uma estudante do IEMA no Parlamento Juvenil do Mercosul, o concurso de arte da ONU no Brasil, o IEMA como escola associada à UNESCO, a medalha de bronze na Olimpíada de Matemática da Ásia, olimpíadas de foguete e de geografia. A robótica educacional também foi lembrada pelo reitor, que falou das conquistas dos últimos três anos sem se esquecer do Robótica na Estrada e do Clubinho da Robótica.

O reitor pontuou que, por ser uma escola associada à Rede PEA, o IEMA tem compromisso com o desenvolvimento sustentável, por isso realiza o projeto “Copo Zero”. “Não utilizamos copos descartáveis nem pra água nem pra café. Essa iniciativa foi premiada no início deste ano como uma das 20 melhores boas práticas em gestão de resíduo sólido do Brasil”, revelou.

Indicadores de 2018 ratificaram a imagem do IEMA descrita pelo reitor em seu depoimento. Não passou despercebida pelo público a informação de que o Instituto ostenta 94% de aprovação, 95% de frequência e 0,18% de evasão. “Esse 0,18% é o conjunto do modelo. O modelo institucional do IEMA é de pertinência, pedagógico e de gestão.”

A internacionalização, ou seja, o programa de high school do Instituto, foi mais uma das experiências vitoriosas do IEMA apresentada por Almada ao apresentar o “Iema no Mundo” e explicar que esse é um programa de intercâmbio que está em sua segunda edição e que é uma iniciativa governamental para estudantes cujas famílias provavelmente não teriam condições econômicas de bancar o intercâmbio.

“Fizemos um programa-piloto com sete estudantes. Deu certo!. O governador autorizou esta que é a segunda edição, desta vez com 21 intercambistas. Foram os indicadores, os reconhecimentos internacionais, dentre outros, que nos levaram a criar a outra marca do Instituto: “O Mundo no IEMA”, que é pra trazer os estudantes estrangeiros. Acreditamos que o intercâmbio é bom para quem vive fora do Brasil também”, afirmou o reitor Jhonatan Almada.

Almada encerrou seu depoimento explicando o motivo pelo qual acredita que a internacionalização é importante. Citou o compartilhamento de saberes e experiências em grupos, a convivência com a diversidade, e, por fim, a solidariedade relacional como elementos que fundamentam o intercâmbio.
A sessão informativa da Via Mundo contou ainda com depoimentos de outras pessoas como o CEO da empresa, Antônio Bacelar, Valéria Lauande, advogada e ex-intercambista e Rebecca Hollander, intercambista dos EUA e estagiária do Senado Federal Americano.